Pagina Principal

Factos e Dados

Background

Como um sector de impulsão à economia nacional, o turismo em Moçambique só começou a ser regulamentado e apoiado pelo governo colonial na segunda metade dos anos `50 com a criação dos primeiros centros de informação e turismo. No entanto, só em 1962 é que se estabeleceram as primeiras 18 zonas de turismo que foram acrescidas para 26 em 1972. A localização e a delimitação destas zonas baseou-se apenas em critérios de consenso geral sobre a importância relativa de atracções de cada zona.
No Início dos anos `70 há um crecimento significativo do sector. Esse crescimento pode ser avaliado com base no parque hoteleiro existente à altura da independêcia nacional em 1975. A tabela I retrata esse crescimento.

Tabela I

Parque Hoteleiro de Moçambique em 1975

.

Total

Quartos

Camas

Hotéis (incluindo Motéis)

42

2273

4604

Pousadas

10

88

175

Estalagens

17

41

88

Pensões

216

1692

3316

Totais

285

4094

8183

Este parque empregava 4.122 Homens e chegou a receber 285.350 hóspedes para um total de 1.349.854 dormidas. No entanto, a maior parte dos hóspedes provinha dos países vizinhos, África do Sul e Zimbabwe com 86.982 e 28.184 hóspedes, respectivamente. É necesário notar também que mais de metade das camas estava localizada nos distritos da capital do País, o que significa que o turismo teve sempre uma tendência de seguir os padrões do desenvolvimento da desarticulação Norte-Sul da economia colonial em Moçambique. 

Campismo e Safari
Paulatianemnte, há uma evolução na diversificação do alojamento e prártica turística através do campismo em parques e do Safari. Os dados da evolução dessa diversificação, podem ser resumidos na tabela II, referente ao capismo e safari em 1973.

Tabel II : Campismo e Safari(1973)

Total de campistas

86713

Total de dormidas

405024

Total de caçadores

148

Acompanhantes de caçadores

65

As receitas brutas resultantes de cerca 2.962 dias de prática do safari são avalidas em 10.556 escudos. Contrariamente às outras práticas turísticas, o safari Já possui um carácter mais internacional que regional. Mais de metade dos caçadores e acompanhates, 89 e 43 respectivamente vinha dos Estados Unidos da América. A partir destes dados é possível notar, também, uma tendência histórica do turista regional pelos parques de campismo em detrimento dos estabelecimentos hoteleiros. Certamente mais caros para a capacidades dos turistas regionais do então.

A Depressão do Turismo
No pós independência há uma depressão a nível de toda a actividade turística nacional. Isso pode ser explicado pelo relacionamento político e económico difícil com os dois País da região que constituíam o principal mercado (África do Sul e Zimbabwe), falta de técnicos para planificar e gerir o sector e o conflito armado que não só destruiu as infraestruturas turísticas como também desimou a flora e a fauna bravia e bloqueou as vias de acesso, comunicação e transportes. No geral, ao longo dos anos `80 e princíoos dos anos `90, o turismo externo consistia basicamente na estadia de missões de cooperação internacional.

A Retomada do Sector do Turismo
O fim da guerra e o desenvolvimento do Programa de Ajustamento Estrutural criaram condições para a definição de um programa para o restauro do sector. Assim, o programa do Governo para o quinquénio de 1995-1999 definiu o turismo como um sector para maximizar a entrada de divisas e geração de empregos, reforçar o desenvolvimento regional e distribuir os respectivos benefícios por todas as zonas do País, projectar uma imagem prestigiosa de Moçambique no exterior e promover uma maior participação do empresariado nacional em empreendimentos turísticos.
Neste contexto, verifica-se no País um rápido crescimento de investimentos no sector. Esse crescimento pode ser avaliado em função da quantidade de camas projectadas e oferecidas pelo sector até ao ano de 1999. Na prática, a Estratégia de Desenvolvimento do Turismo (EDT), projectava para o quinquénio (1995-1999) a construção de 4300 camas. Esta projecção foi cumprida em 53%, ou seja dos 1.0410 projectos aprovados, 2.270 foram concluidos. 
Os índices mais significativos da conclusão destes projectos foram registados no ano de 1998 com 1.173 camas, numa projecção anual de 711. A cidade de Maputo, a zona costeira e o Norte da província e cidade de Inhambane, respectivamente, foram as zonas que maior contribuição deram para este crescimento significativo face à entrada em funciomaneto de novos estabelecimentos hoteleiros. A tabela III ilustra a evolução da oferta de camas por categoria dos estabelecimento hoteleiros.

MOÇAMBIQUE TEM A MELHOR COLEÇÃO DE PORCELANA DO ÍNDICO
Foram descobertos vários bens de entre os quais, objectos de porcelana da dinastia chinesa Ming, datados de 1504, sec.XVI, resultados de um nau afundado nas proximidades da Ilha de Moçambique, no norte do país. Esta descoberta foi graças ao trabalho de arqueologia subaquática que está a ser feito na Ilha de Moçambique.

Dos objectos recolhidos encontram-se garrafas com vinho antigo, sementes de pimenta, peças de porcelana e de ouro. Fazem parte da colecção, algumas peças únicas que nem os chineses possuem, estas peças foram inspeccionadas e seleccionadas por especialistas ligados nesta área e ficarão expostas no museu da marinha na Ilha de Moçambique.

No entanto espera-se que venham a ser descobertos mais artigos valiosos ao longo da costa moçambicana, resultantes de vários naufrágios entre os quais o dos maiores galões da “carreira das Índias” que se afundou ao longo do cabo das correntes, na província de Inhambane que segundo informações de algumas equipes portuguesas de investigação histórica, este galão ( o “Garça” ou “Graça”) vinha do extremo oriente completamente carregado de porcelanas chinesas.

Tabela III : Evolução da Oferta de Camas por Categoria dos Estabelecimentos Hoteleiros(1994-1999)

Categoria de Hoteis

1994

1995

1996

1997

1998

1999

%(Média)

Luxo

593

593

593

593

1368

1368

26.1

Primeira

528

528

557

624

972

1370

23.1

Económica

1031

1563

1731

1613

2006

2152

17.4

Outras

4621

4726

4820

4316

4324

4379

-0.9

Total

6773

7439

7768

7494

9068

9289

6.8

É também no ano de 1998 onde se verifica um aumento significativo nos valores de investimento realizados. Cerca de 60 milhões de dólares americanos contra os cerca de 46 milhões e 34 milhões de 1997 e 1995, respectivamente.
Para responder a este aumento de bens e serviços turísticos no País, houve também um incremento da intermedição. Entre 1994 e 1999, as agências de viagens e turismo do mercado nacional aumentar de 14 para 53, com maior incidência para a cidade de Maputo.

A privatização e a Maximização das Capacidades 
No contexto de Ajustamento Estrutrual e abertura económica impunha-se uma realibilitação física das unidades económicas e sua rentabilização. Esta rentablização pressupunha uma melhoria da qualidade de serviços visando a maximização dos rendimentos do País. Assim, foi levado a cabo um Programa de Privatizações que ganhou maior ímpeto com a criação do Gabinete de Reestrturação das Empresas da Industria, Comércio e Turismo (GREICT). Ao longo do quinquénio (1995-1999) foram privatizadas 47 unidades hoteleiras correspondnetes a uma capacidade de 2063 camas. Isto significa que o sector empresarial do sector foi se expandindo. A tabela IV demonstra a evolução do sector privado que em substituição do Estado passou a controlar significatiavemnte o sector de hotelaiaria e turismo face às mudanças no paradigama económico do País.

Tabela IV : Evolução das Unidades de Alojamento

Categoria das Unidades

1994

%

1995

%

1996

%

1997

%

1998

%

1999

%

Luxo

2

1

2

1

2

1

2

1

5

3

5

2.6

Primeira

9

7

11

7

13

8

19

8

22

12

22

11.5

Económica

12

9

19

12

22

13

23

13

27

14

28

14.6

Outras Categorias

113

83

131

80

134

78

133

78

133

71

137

71.3

Total

136

 

163

 

172

 

177

 

187

 

192

100

Como pode se notar através da tabela IV há uma inversão significativa no crescimento das unidades de alojamento por categoria. Ao longo do quinquénio em análise as categorias inferiores perderam 11,6% a favor das categorias cimeiras com destaque para as de primeira e económica que passaram a represenatra 26,1%. Isto demosntra uma grande preocupação do sector privado em oferecer um turismo nacional de alta qualidade.
Os índices deste panorama quinquenal do aumento da capacidade de oferta de alojamento turístico, em termos quantitativos e qualitativos, continuou a ter registos positivos entre 2000 e 2002 com destaque para a categoria de luxo que em termos unitários e de camas subiu para 67% e 30%, respectivamante. A tabela Vé ilustrativa.

Tabela V : Capacidade de Oferta de Alojamento Turístico(2000 -2002)

Designação

Unidades

Camas

Crescimento

 

2000

2002

2000

2002

Unidades(%)

Camas(%)

Luxo

6

10

1458

1877

67

30

Primeira

25

35

1508

2252

40

46

Económicas

34

40

1953

2036

18

6

Outras

226

264

5660

6127

15

8

Total

285

339

10527

12215

19

16

Descentralização e Regulamentação
A subida da oferta também tem a ver com a celeridade, desburocratização e descentralização na análise, avaliação e aprovação dos projectos propostos pelos investidores. A partir de 1997 a aprovação institucional das percentagens dos projectos passou a estar acima dos 50%, tal como ilustra a tabela VI.

Tabale VI : Projectos Submetidos, Analisados e Aprovados.(Percentagem)

Descriminação

1995

1996

1997

1998

1999

Total

Proposta Analisadas

98

103

138

115

142

596

Projectos Avaliados

24

47

69

67

72

279

Perc.de Aprovação

24,5

45,6

50

58,3

50

46,6

O aumento da oferta turística, também tem a ver com a melhoria da segurança que estabeleceu um bom ambiente de negócios para os investimentos realizados. Estes investimentos vieram beneficiar-se significatimante com a revisão da legislação do sector que foi ajustada às transformações económicas e sócio-políticas do País e da própria dinâmica do mercado turstico regional no âmbito da modernização das infraestrutras e das tecnologias. Assim, antes da revisão da Lei Nacional do Turismo em curso, o sector realizou uma revisão dos Regulamentos da Industria Hotelira e Similar, das Agências de Viagem e de Turismo, Rent- a- Car e do Direito de Habitação Periódica. Os incentivos oferecidos para o investimento do sector de turismo pela nova Lesgislação Sobre Investimentos em Moçambique vieram conceder um clima de maior aderência e confiança por parte dos investidores.

Marketing e Promoção Externa
O reaproveitamento integral dos investimentos realizados e do aumento da oferta turística exige do sector um esforço suplementar de atracção de turistas.Uma das medidas políticas com dimensão económica para o reaproveitamento do aumento da oferta turística cinge-se na promoção externa do potencuial turístico do País. E isto tem sido materializado através da participação em feiras internacionais. Actualmente, o sector público e privado têm conjugado esforços participando anualmente nas grandes feiras internaciaosn do turismo, são os casos do INDABA na África do Sul, BTL em Portual, FITUR na Espanha, ITN na Alemanha, Expo Zite no Zimbabwe, WTM na Ingalterra e BIT da Itália. Mas, há também um esforço significativo de promover o produto turisco nacional a nível interno. A iniciativa da Bolsa de Turismo de Maputo está inserido neste contexto.

O Desempenho Económico
O sector continua a enfrentar dificuldades na recohha de dados estatísticos de alguns indicadores como as receitas, movimento e dormidas de hóspedes, taxas médias de ocupação e fluxos internacionais a nível de todo o País. Resulta daqui uma certa dificuldade em determinar o desempenho económico do sector. No entanto, tomando em consideração as taxas de ocupação e receitas dos estabelecimentos hoteleiros e similares é verificável um crescimento contínuo como produto do crescimento, também contínuo, do investimento, actividades promocionais, capacidade de alojamento e da qualidade de serviços. As tabelas VII e VIII ilustram claramente o crescimento das receitas dos estebelecimentos hoteleiros e similares e as taxas médias de ocupação verificadas nas províncias, respectivamente.

Tabela VII : Receitas dos Estabelecimento Hoteleiros e Similares(USD 1000)

Período

Receitas

1995

7.467,00*

1996

26.228,00

1997

37.335,10

1998

40.987,70

1999

31.142,9**

*Dados referentes aos últimos 3 meses
**Dados referentes ao período Janeiro-Outubro.

Tabela VIII : Taxas Médias de Ocupação nas Províncias(Percentagens)

Província

1995

1996

1997

1998

1999

Maputo

42,4

26

50

40

42

Gaza

12.0

12

13

8

9.0

Inhamabne

18.1

23

29

11

6.0

Sofala

23.2

56

35

11

9.5

Manica

23.7

13

20

14

7.5

Tete

22.2

31

35

55

22.1

Zambézia

21.8

17

21

33

37.0

Nampula

N/I

21

15

12

14.4

Cabo Delgado

N/I

20

20

18

12.6

No geral, as categorias de luxo e da primeira são as que registam taxas médias de ocupação elevadas, cerca de 40% e acima de 35%, respectivamente. Isto explica porque é que a zona turística de Maputo seja aquela que apresenta uma maior taxa média de ocupação no País. Com excepção da província de Tete, os estabelecimentos das outras categorias raramente ultrapassam a taxa de 10%.

O Fluxo do Turismo Internacional
O turismo é um dos sectores onde o governo aposta seriamente não só para a redução da pobreza abslouta, mas também para um contributo directo no equilíbrio da Balança de Pagamentos através das receitas dos turistas que entram no País. No entanto, como nos referimos, a avalição do desempenho económico do sector emperra pela dificuldade existente na recolha de dados estatísticos a vários níveis. A quantificação do fluxo internacional de turistas constitui um importante indicador que o sector tenta explorar com rigor para o estabelecimento de parâmetros que possibilitam medir o real contributo do sector para a Balança de Pagamentos na economia nacional. 
O Instituto Nacional de Estatística (INE) já realizou, nesse sentido, um estudo piloto nas fronteiras de Mavalane, Ressano Garcia, Namaacha e Ponta de Ouro, num total de 74 postos fronteiriços existentes em todo o País. A análise foi feita com base em 4 indicadores principais: entrada e saída de viajantes pelos quatro postos fronteiriços, movimento de viajantes por principais países de residência habitual, entrada e saída de viajantes por principais motivos e a entrada e saída de turistas pelos quatro postos. 
Do estudo conclui-se que metade (83%) do movimento turístico realiza-se pela fronteira de Ressano Garcia e que há mais moçambicanos (53,2%) a movimentarem-se nas fronteiras nacionais em relação aos estrangeiros que são dominados pelos sul-africanos (32,2%). Portugal lidera a lista dos turistas fora da África Austral que visitam Moçambique com 3,3 % do total. A principal motivação de visita a Moçmabaique está relacionada com negócios (38,4%), laser e visita a familiares e amigos com 21,9% e 11,7%, respectivamente. As tabelas IX, X, XI, XII e XIII reportam com pormenor a realidada dos 4 indicadores. Mas no geral pode se concluir que ainda há um grande exercécio de marketing que tem de ser feito a nível externo para divulgar Moçambique como um destino turístico não só para negócios, mas também para o lazer em segurança. Há também um grande exercício de sensibilização que tem de ser a nível nacional no sentido de insentivar a prática do turismo interno. Na prática as estatísticas mosntram um maior fluxo de saída de moçambicanos pela fronteira de Ressano Garcia o que siginfica que grande parte realizam o seu turismo na vizinha África do Sul provavalmente pela falat de informação do turismo nacional, mas também motivados pela realização de compras nos fins de semana.

Tabela IX : Entradas e saídas de viajantes pelas quatros fronteiras de Maputo(1000 Pessoas)

Postos

Entradas

%

Saídas

%

Total

%

Mavalane

28,3

2,9

84,5

7,8

112,8

5,5

Ressano Garcia

833,6

84,8

881,9

81,4

1715,5

83

Namaacha     

93,6

9,5

98,5

9,1

192,1

9,3

Ponta de ouro

27,2

2,8

18,3

1,7

45,5

2,2

Total

982,7

100

1083,2

100

2065,9

100

Fonte: Instituto Nacional de Estatística

Tabela X : Movimento de viajantes por principais País de Residência Habitual,  2001 (1000 pessoas)

países

Entradas

%

Saídas             

%

Total

%

Moçambique

429,0

43,7

669,7              

61,8

1098,7

53,2

África do Sul

377,1

38,4

289,0             

26,7

666,1

32,2

Portugal

46,3

4,7

21,3               

2,0

67,6

3,3

Swazilândia

15,6

1,6

13,0               

1,2

28,6

1,4

Outros

114,7

11,7                

90,2               

8,3

204,9

9.9

Total

982,7

100,0

1083,2          

100,0

2065,9

100,0

Fonte: Instituto Nacional de Estatística

Tabela XI :Entradas e Saídas de viajantes por principais motivos, 2001(1000 pessoas)

Motivos

Entradas

%

Saídas

%

Total

%

Laser

201,9

20,5

251,0

23,2

452,9

21,9

Visita a familiares

139,2

14,2

101,5

9,4

240,7

11,7

Negócios

330,4

33,6

463,6

42,8

794,0

38,4

Outros

90,9

9,3

90,2

8,3

181,1

8,8

Não especificados

220,3

22,4

176,9

16,3

397,2

19,2

Total

982,7

100,0

1083,2

100,0

2065,9      

100,0

Fonte: Instituto Nacional de Estatística

Tabela XII : Entradas e Saídas de Turista pelos quatro postos de fronteiras,  2001(1000 pessoas)

Postos

Entradas

%

Saídas

%

Total

%

Mavalane

15,5

3,8

33,3

6,6

48,8

5,4

Ressano Garcia

325,5

80,5

413,7

81,5

739,2

81,1

Namaacha

38,8

9,6

59,9

11.8

98,7

10,8

P onta de Ouro

24,3

6,0

0,6

0,1

24,9

2,7

Total

444,1

100,0

507,5

100,0

911,6

100,0

Fonte: Instituto Nacional de Estatística

Tabela XIII : Movimento de Turistas por Principais País de Residência Habitual, 2001(1000 pessoas)

País

Entradas

%

Saídas

%

Total

%

Moçambique

499,0

43,7

669,7

61,8

452,9

21,9

África do Sul

377,1

38,4

289,0

26,7

240,7

11,7

Portugal

46,3

4,7

21,3

1,2

794,0

38,4

Suazilândia

15,6

1,6

13,0

8,3

181,1

8,8

Outros

114,7

11,7

90,2

 

397,2

19,2

Total

982,7

100,0

1083

100

2065,9

100,0

Fonte: Instituto Nacional de Estatística