|
Tabela I
Parque Hoteleiro de Moçambique em 1975
| . |
Total
|
Quartos
|
Camas
|
|
Hotéis (incluindo Motéis)
|
42
|
2273
|
4604
|
|
Pousadas
|
10
|
88
|
175
|
|
Estalagens
|
17
|
41
|
88
|
|
Pensões
|
216
|
1692
|
3316
|
|
Totais
|
285
|
4094
|
8183
|
Este parque empregava 4.122 Homens e chegou a receber 285.350 hóspedes para um total de 1.349.854 dormidas. No entanto, a maior parte dos hóspedes provinha dos países vizinhos, África do Sul e Zimbabwe com 86.982 e 28.184 hóspedes, respectivamente. É necesário notar também que mais de metade das camas estava localizada nos distritos da capital do País, o que significa que o turismo teve sempre uma tendência de seguir os padrões do desenvolvimento da desarticulação Norte-Sul da economia colonial em Moçambique.
Campismo e Safari
Paulatianemnte, há uma evolução na diversificação do alojamento e prártica turística através do campismo em parques e do Safari. Os dados da evolução dessa diversificação, podem ser resumidos na tabela II, referente ao capismo e safari em 1973.
Tabel II
: Campismo e Safari(1973)
|
Total
de campistas
|
86713
|
|
Total
de dormidas
|
405024
|
|
Total
de caçadores
|
148
|
|
Acompanhantes
de caçadores
|
65
|
As receitas brutas resultantes de cerca 2.962 dias de prática do safari são avalidas em 10.556 escudos. Contrariamente às outras práticas turísticas, o safari Já possui um carácter mais internacional que regional. Mais de metade dos caçadores e acompanhates, 89 e 43 respectivamente vinha dos Estados Unidos da América. A partir destes dados é possível notar, também, uma tendência histórica do turista regional pelos parques de campismo em detrimento dos estabelecimentos hoteleiros. Certamente mais caros para a capacidades dos turistas regionais do então.
A Depressão do Turismo
No pós independência há uma depressão a nível de toda a actividade turística nacional. Isso pode ser explicado pelo relacionamento político e económico difícil com os dois País da região que constituíam o principal mercado (África do Sul e Zimbabwe), falta de técnicos para planificar e gerir o sector e o conflito armado que não só destruiu as infraestruturas turísticas como também desimou a flora e a fauna bravia e bloqueou as vias de acesso, comunicação e transportes. No geral, ao longo dos anos `80 e princíoos dos anos `90, o turismo externo consistia basicamente na estadia de missões de cooperação internacional.
A Retomada do Sector do Turismo
O fim da guerra e o desenvolvimento do Programa de Ajustamento Estrutural criaram condições para a definição de um programa para o restauro do sector. Assim, o programa do Governo para o quinquénio de 1995-1999 definiu o turismo como um sector para maximizar a entrada de divisas e geração de empregos, reforçar o desenvolvimento regional e distribuir os respectivos benefícios por todas as zonas do País, projectar uma imagem prestigiosa de Moçambique no exterior e promover uma maior participação do empresariado nacional em empreendimentos turísticos.
Neste contexto, verifica-se no País um rápido crescimento de investimentos no sector. Esse crescimento pode ser avaliado em função da quantidade de camas projectadas e oferecidas pelo sector até ao ano de 1999. Na prática, a Estratégia de Desenvolvimento do Turismo (EDT), projectava para o quinquénio (1995-1999) a construção de 4300 camas. Esta projecção foi cumprida em 53%, ou seja dos 1.0410 projectos aprovados, 2.270 foram concluidos.
Os índices mais significativos da conclusão destes projectos foram registados no ano de 1998 com 1.173 camas, numa projecção anual de 711. A cidade de Maputo, a zona costeira e o Norte da província e cidade de Inhambane, respectivamente, foram as zonas que maior contribuição deram para este crescimento significativo face à entrada em funciomaneto de novos estabelecimentos hoteleiros. A tabela III ilustra a evolução da oferta de camas por categoria dos estabelecimento hoteleiros.
MOÇAMBIQUE
TEM A MELHOR COLEÇÃO DE PORCELANA DO ÍNDICO
Foram
descobertos vários bens de entre os quais, objectos de porcelana da dinastia
chinesa Ming, datados de 1504,
sec.XVI, resultados de um nau afundado nas proximidades da Ilha de Moçambique,
no norte do país. Esta descoberta foi graças ao trabalho de arqueologia subaquática
que está a ser feito na Ilha de Moçambique.
Dos objectos recolhidos encontram-se garrafas com vinho antigo, sementes de
pimenta, peças de porcelana e de ouro. Fazem parte da colecção, algumas peças
únicas que nem os chineses possuem, estas peças foram inspeccionadas e
seleccionadas por especialistas ligados nesta área e
ficarão expostas no museu da marinha na Ilha de Moçambique.
No
entanto espera-se que venham a ser descobertos mais artigos valiosos ao longo da
costa moçambicana, resultantes de vários naufrágios entre os quais o dos
maiores galões da “carreira das Índias” que se afundou ao longo do cabo
das correntes, na província de Inhambane que segundo informações de algumas
equipes portuguesas de investigação histórica, este galão ( o “Garça”
ou “Graça”) vinha do extremo oriente completamente carregado de porcelanas
chinesas.
Tabela III
: Evolução da Oferta de Camas por Categoria dos Estabelecimentos
Hoteleiros(1994-1999)
|
Categoria
de Hoteis
|
1994
|
1995
|
1996
|
1997
|
1998
|
1999
|
%(Média)
|
|
Luxo
|
593
|
593
|
593
|
593
|
1368
|
1368
|
26.1
|
|
Primeira
|
528
|
528
|
557
|
624
|
972
|
1370
|
23.1
|
|
Económica
|
1031
|
1563
|
1731
|
1613
|
2006
|
2152
|
17.4
|
|
Outras
|
4621
|
4726
|
4820
|
4316
|
4324
|
4379
|
-0.9
|
|
Total
|
6773
|
7439
|
7768
|
7494
|
9068
|
9289
|
6.8
|
É também no ano de 1998 onde se verifica um aumento significativo nos valores de investimento realizados. Cerca de 60 milhões de dólares americanos contra os cerca de 46 milhões e 34 milhões de 1997 e 1995, respectivamente.
Para responder a este aumento de bens e serviços turísticos no País, houve também um incremento da intermedição. Entre 1994 e 1999, as agências de viagens e turismo do mercado nacional aumentar de 14 para 53, com maior incidência para a cidade de Maputo.
A privatização e a Maximização das Capacidades
No contexto de Ajustamento Estrutrual e abertura económica impunha-se uma realibilitação física das unidades económicas e sua rentabilização. Esta rentablização pressupunha uma melhoria da qualidade de serviços visando a maximização dos rendimentos do País. Assim, foi levado a cabo um Programa de Privatizações que ganhou maior ímpeto com a criação do Gabinete de Reestrturação das Empresas da Industria, Comércio e Turismo (GREICT). Ao longo do quinquénio (1995-1999) foram privatizadas 47 unidades hoteleiras correspondnetes a uma capacidade de 2063 camas. Isto significa que o sector empresarial do sector foi se expandindo. A tabela IV demonstra a evolução do sector privado que em substituição do Estado passou a controlar significatiavemnte o sector de hotelaiaria e turismo face às mudanças no paradigama económico do País.
Tabela IV
: Evolução das
Unidades de Alojamento
|
Categoria
das Unidades
|
1994
|
%
|
1995
|
%
|
1996
|
%
|
1997
|
%
|
1998
|
%
|
1999
|
%
|
|
Luxo
|
2
|
1
|
2
|
1
|
2
|
1
|
2
|
1
|
5
|
3
|
5
|
2.6
|
|
Primeira
|
9
|
7
|
11
|
7
|
13
|
8
|
19
|
8
|
22
|
12
|
22
|
11.5
|
|
Económica
|
12
|
9
|
19
|
12
|
22
|
13
|
23
|
13
|
27
|
14
|
28
|
14.6
|
|
Outras Categorias
|
113
|
83
|
131
|
80
|
134
|
78
|
133
|
78
|
133
|
71
|
137
|
71.3
|
|
Total
|
136
|
|
163
|
|
172
|
|
177
|
|
187
|
|
192
|
100
|
Como pode se notar através da tabela IV há uma inversão significativa no crescimento das unidades de alojamento por categoria. Ao longo do quinquénio em análise as categorias inferiores perderam 11,6% a favor das categorias cimeiras com destaque para as de primeira e económica que passaram a represenatra 26,1%. Isto demosntra uma grande preocupação do sector privado em oferecer um turismo nacional de alta qualidade.
Os índices deste panorama quinquenal do aumento da capacidade de oferta de alojamento turístico, em termos quantitativos e qualitativos, continuou a ter registos positivos entre 2000 e 2002 com destaque para a categoria de luxo que em termos unitários e de camas subiu para 67% e 30%, respectivamante. A tabela Vé ilustrativa.
Tabela V
: Capacidade de
Oferta de Alojamento Turístico(2000 -2002)
|
Designação
|
Unidades
|
Camas
|
Crescimento
|
| |
2000
|
2002
|
2000
|
2002
|
Unidades(%)
|
Camas(%)
|
|
Luxo
|
6
|
10
|
1458
|
1877
|
67
|
30
|
|
Primeira
|
25
|
35
|
1508
|
2252
|
40
|
46
|
|
Económicas
|
34
|
40
|
1953
|
2036
|
18
|
6
|
|
Outras
|
226
|
264
|
5660
|
6127
|
15
|
8
|
|
Total
|
285
|
339
|
10527
|
12215
|
19
|
16
|
Descentralização e Regulamentação
A subida da oferta também tem a ver com a celeridade, desburocratização e descentralização na análise, avaliação e aprovação dos projectos propostos pelos investidores. A partir de 1997 a aprovação institucional das percentagens dos projectos passou a estar acima dos 50%, tal como ilustra a tabela VI.
Tabale VI
: Projectos
Submetidos, Analisados e Aprovados.(Percentagem)
|
Descriminação
|
1995
|
1996
|
1997
|
1998
|
1999
|
Total
|
|
Proposta
Analisadas
|
98
|
103
|
138
|
115
|
142
|
596
|
|
Projectos
Avaliados
|
24
|
47
|
69
|
67
|
72
|
279
|
|
Perc.de
Aprovação
|
24,5
|
45,6
|
50
|
58,3
|
50
|
46,6
|
O aumento da oferta turística, também tem a ver com a melhoria da segurança que estabeleceu um bom ambiente de negócios para os investimentos realizados. Estes investimentos vieram beneficiar-se significatimante com a revisão da legislação do sector que foi ajustada às transformações económicas e sócio-políticas do País e da própria dinâmica do mercado turstico regional no âmbito da modernização das infraestrutras e das tecnologias. Assim, antes da revisão da Lei Nacional do Turismo em curso, o sector realizou uma revisão dos Regulamentos da Industria Hotelira e Similar, das Agências de Viagem e de Turismo, Rent- a- Car e do Direito de Habitação Periódica. Os incentivos oferecidos para o investimento do sector de turismo pela nova Lesgislação Sobre Investimentos em Moçambique vieram conceder um clima de maior aderência e confiança por parte dos investidores.
Marketing e Promoção Externa
O reaproveitamento integral dos investimentos realizados e do aumento da oferta turística exige do sector um esforço suplementar de atracção de turistas.Uma das medidas políticas com dimensão económica para o reaproveitamento do aumento da oferta turística cinge-se na promoção externa do potencuial turístico do País. E isto tem sido materializado através da participação em feiras internacionais. Actualmente, o sector público e privado têm conjugado esforços participando anualmente nas grandes feiras internaciaosn do turismo, são os casos do INDABA na África do Sul, BTL em Portual, FITUR na Espanha, ITN na Alemanha, Expo Zite no Zimbabwe, WTM na Ingalterra e BIT da Itália. Mas, há também um esforço significativo de promover o produto turisco nacional a nível interno. A iniciativa da Bolsa de Turismo de Maputo está inserido neste contexto.
O Desempenho Económico
O sector continua a enfrentar dificuldades na recohha de dados estatísticos de alguns indicadores como as receitas, movimento e dormidas de hóspedes, taxas médias de ocupação e fluxos internacionais a nível de todo o País. Resulta daqui uma certa dificuldade em determinar o desempenho económico do sector. No entanto, tomando em consideração as taxas de ocupação e receitas dos estabelecimentos hoteleiros e similares é verificável um crescimento contínuo como produto do crescimento, também contínuo, do investimento, actividades promocionais, capacidade de alojamento e da qualidade de serviços. As tabelas VII e VIII ilustram claramente o crescimento das receitas dos estebelecimentos hoteleiros e similares e as taxas médias de ocupação verificadas nas províncias, respectivamente.
Tabela
VII : Receitas dos
Estabelecimento Hoteleiros e Similares(USD 1000)
|
Período
|
Receitas
|
|
1995
|
7.467,00*
|
|
1996
|
26.228,00
|
|
1997
|
37.335,10
|
|
1998
|
40.987,70
|
|
1999
|
31.142,9**
|
*Dados referentes
aos últimos 3 meses
**Dados referentes ao período Janeiro-Outubro.
Tabela VIII
: Taxas Médias
de Ocupação nas Províncias(Percentagens)
|
Província
|
1995
|
1996
|
1997
|
1998
|
1999
|
|
Maputo
|
42,4
|
26
|
50
|
40
|
42
|
|
Gaza
|
12.0
|
12
|
13
|
8
|
9.0
|
|
Inhamabne
|
18.1
|
23
|
29
|
11
|
6.0
|
|
Sofala
|
23.2
|
56
|
35
|
11
|
9.5
|
|
Manica
|
23.7
|
13
|
20
|
14
|
7.5
|
|
Tete
|
22.2
|
31
|
35
|
55
|
22.1
|
|
Zambézia
|
21.8
|
17
|
21
|
33
|
37.0
|
|
Nampula
|
N/I
|
21
|
15
|
12
|
14.4
|
|
Cabo Delgado
|
N/I
|
20
|
20
|
18
|
12.6
|
No geral, as categorias de luxo e da
primeira são as que registam taxas médias de ocupação elevadas, cerca de 40% e acima de 35%, respectivamente. Isto explica porque é que a zona turística de Maputo seja aquela que apresenta uma maior taxa média de ocupação no País. Com excepção da província de Tete, os estabelecimentos das outras categorias raramente ultrapassam a taxa de 10%.
O Fluxo do Turismo Internacional
O turismo é um dos sectores onde o governo aposta seriamente não só para a redução da pobreza abslouta, mas também para um contributo directo no equilíbrio da Balança de Pagamentos através das receitas dos turistas que entram no País. No entanto, como nos referimos, a avalição do desempenho económico do sector emperra pela dificuldade existente na recolha de dados estatísticos a vários níveis. A quantificação do fluxo internacional de turistas constitui um importante indicador que o sector tenta explorar com rigor para o estabelecimento de parâmetros que possibilitam medir o real contributo do sector para a Balança de Pagamentos na economia nacional.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) já realizou, nesse sentido, um estudo piloto nas fronteiras de Mavalane, Ressano Garcia, Namaacha e Ponta de Ouro, num total de 74 postos fronteiriços existentes em todo o País. A análise foi feita com base em 4 indicadores principais: entrada e saída de viajantes pelos quatro postos fronteiriços, movimento de viajantes por principais países de residência habitual, entrada e saída de viajantes por principais motivos e a entrada e saída de turistas pelos quatro postos.
Do estudo conclui-se que metade (83%) do movimento turístico realiza-se pela fronteira de Ressano Garcia e que há mais moçambicanos (53,2%) a movimentarem-se nas fronteiras nacionais em relação aos estrangeiros que são dominados pelos sul-africanos (32,2%). Portugal lidera a lista dos turistas fora da África Austral que visitam Moçambique com 3,3 % do total. A principal motivação de visita a Moçmabaique está relacionada com negócios (38,4%), laser e visita a familiares e amigos com 21,9% e 11,7%, respectivamente. As tabelas IX, X, XI, XII e XIII reportam com pormenor a realidada dos 4 indicadores. Mas no geral pode se concluir que ainda há um grande exercécio de marketing que tem de ser feito a nível externo para divulgar Moçambique como um destino turístico não só para negócios, mas também para o lazer em segurança. Há também um grande exercício de sensibilização que tem de ser a nível nacional no sentido de insentivar a prática do turismo interno. Na prática as estatísticas mosntram um maior fluxo de saída de moçambicanos pela fronteira de Ressano Garcia o que siginfica que grande parte realizam o seu turismo na vizinha África do Sul provavalmente pela falat de informação do turismo nacional, mas também motivados pela realização de compras nos fins de semana.
Tabela IX
: Entradas e
saídas de viajantes pelas quatros fronteiras de Maputo(1000
Pessoas)
|
Postos
|
Entradas
|
%
|
Saídas
|
%
|
Total
|
%
|
|
Mavalane
|
28,3
|
2,9
|
84,5
|
7,8
|
112,8
|
5,5
|
|
Ressano
Garcia
|
833,6
|
84,8
|
881,9
|
81,4
|
1715,5
|
83
|
|
Namaacha
|
93,6
|
9,5
|
98,5
|
9,1
|
192,1
|
9,3
|
|
Ponta de
ouro
|
27,2
|
2,8
|
18,3
|
1,7
|
45,5
|
2,2
|
|
Total
|
982,7
|
100
|
1083,2
|
100
|
2065,9
|
100
|
|
Fonte: Instituto Nacional de Estatística
|
Tabela X
: Movimento de
viajantes por principais País de Residência Habitual, 2001 (1000
pessoas)
países
|
Entradas
|
%
|
Saídas
|
%
|
Total
|
%
|
|
Moçambique
|
429,0
|
43,7
|
669,7
|
61,8
|
1098,7
|
53,2
|
|
África do
Sul
|
377,1
|
38,4
|
289,0
|
26,7
|
666,1
|
32,2
|
|
Portugal
|
46,3
|
4,7
|
21,3
|
2,0
|
67,6
|
3,3
|
|
Swazilândia
|
15,6
|
1,6
|
13,0
|
1,2
|
28,6
|
1,4
|
|
Outros
|
114,7
|
11,7
|
90,2
|
8,3
|
204,9
|
9.9
|
|
Total
|
982,7
|
100,0
|
1083,2
|
100,0
|
2065,9
|
100,0
|
|
Fonte:
Instituto Nacional de Estatística
|
Tabela XI
:Entradas e
Saídas de viajantes por principais motivos, 2001(1000
pessoas)
|
Motivos
|
Entradas
|
%
|
Saídas
|
%
|
Total
|
%
|
|
Laser
|
201,9
|
20,5
|
251,0
|
23,2
|
452,9
|
21,9
|
|
Visita a
familiares
|
139,2
|
14,2
|
101,5
|
9,4
|
240,7
|
11,7
|
|
Negócios
|
330,4
|
33,6
|
463,6
|
42,8
|
794,0
|
38,4
|
|
Outros
|
90,9
|
9,3
|
90,2
|
8,3
|
181,1
|
8,8
|
|
Não especificados
|
220,3
|
22,4
|
176,9
|
16,3
|
397,2
|
19,2
|
|
Total
|
982,7
|
100,0
|
1083,2
|
100,0
|
2065,9
|
100,0
|
|
Fonte: Instituto Nacional de Estatística
|
Tabela XII
: Entradas e
Saídas de Turista pelos quatro postos de fronteiras, 2001(1000 pessoas)
|
Postos
|
Entradas
|
%
|
Saídas
|
%
|
Total
|
%
|
|
Mavalane
|
15,5
|
3,8
|
33,3
|
6,6
|
48,8
|
5,4
|
|
Ressano
Garcia
|
325,5
|
80,5
|
413,7
|
81,5
|
739,2
|
81,1
|
|
Namaacha
|
38,8
|
9,6
|
59,9
|
11.8
|
98,7
|
10,8
|
|
P onta de
Ouro
|
24,3
|
6,0
|
0,6
|
0,1
|
24,9
|
2,7
|
|
Total
|
444,1
|
100,0
|
507,5
|
100,0
|
911,6
|
100,0
|
|
Fonte: Instituto Nacional de Estatística
|
Tabela XIII
: Movimento de
Turistas por Principais País de Residência Habitual, 2001(1000
pessoas)
|
País
|
Entradas
|
%
|
Saídas
|
%
|
Total
|
%
|
|
Moçambique
|
499,0
|
43,7
|
669,7
|
61,8
|
452,9
|
21,9
|
|
África
do Sul
|
377,1
|
38,4
|
289,0
|
26,7
|
240,7
|
11,7
|
|
Portugal
|
46,3
|
4,7
|
21,3
|
1,2
|
794,0
|
38,4
|
|
Suazilândia
|
15,6
|
1,6
|
13,0
|
8,3
|
181,1
|
8,8
|
|
Outros
|
114,7
|
11,7
|
90,2
|
|
397,2
|
19,2
|
|
Total
|
982,7
|
100,0
|
1083
|
100
|
2065,9
|
100,0
|
|
Fonte: Instituto
Nacional de Estatística
|
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